31.10.06

Não arquive NADA comprometedor no seu micro.

Não arquive NADA comprometedor no seu micro. Você poderá ser mal
interpretado..

"A maioria das ações investigativas hoje se dá em resposta a uma denúncia
ou a um crime. É possível que pessoas sejam objeto de investigação, sem que
dela tenham conhecimento ou acesso (investigação sob segredo de justiça), e
só a ela terão acesso quando for tipificado o crime e cruzadas as
informações que o caracterizam."

Leia mais em: http://www.locasoftex.com.br/artigosoc1.html

23.10.06

Desculpem-me

Confundi os blogs e postei várias dicas de música pra cá pra Informática.
Puro cansaço.

Dica de Livraria

www.livrariamusimed.com.br
assim é o correto....

"Com licença!...", o CD de Hary Schweizer -
www.haryschweizer.com fone: 61 3468 4084 / 61 3468 2980

Pedido de ajuda em TCC sobre História da Música

Data: Wed, 23 Aug 2006 21:53:35 -0000
De: "cialook"
Assunto: história da música

Ola Pessoal!
me chamo cíntia e estou no ultimo periodo da faculdade de pedagogia, e
estou começando meu TCC(Trabalho de conclusão de curso), e o meu tema
é "A INFLUÊNCIA DA MUSICALIZALIZAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS DE
0 A 24 MESES" e no ´primeiro capitulo irei falar na história da musica
e não estou encontrando muito conteúdo sobre isto. Gostaria de saber se
alguém tem algum material que possa me enviar e/ou7 dicas de livros,
artigos e etc.
Ficarei muito feliz se vcs puderem contribuir comigo.
Beijos.
Cíntia

Música no Museu

www.musicanomuseu.com.br

A indigência, o marasmo e o kitsch dominam o mercado fonográfico de música erudita no Brasil/Matheus G. Bitondi

Clássicos de araque
Matheus G. Bitondi
http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/2769,1.shl

A indigência, o marasmo e o kitsch dominam o mercado fonográfico de música erudita no
Brasil

Pobre do crítico musical que se dedica aos lançamentos de CDs e DVDs eruditos no
Brasil, pois seu trabalho consiste em uma tarefa das mais tediosas.

A primeira etapa desta tarefa é sentar e esperar por um lançamento, evento raro em
nosso mercado fonográfico.

A espera é longa e, quando um lançamento se dá, nenhuma surpresa. Aquelas mesmas
músicas, dos mesmos compositores, tocadas por aqueles mesmos intérpretes.

Dejà vu!

Inicia-se, então, a segunda etapa do processo: nosso pobre crítico aguça o ouvido e a
caneta na vã tentativa de extrair alguma informação nova de temas há muito esgotados
e sobre os quais já escreveu tantas vezes. Isso tudo se o lançamento em questão for
digno de alguma linha na mídia.
Senão, permanece-se na primeira etapa.

Porém, ao crítico que se cansou da longa e tediosa espera, resta escrever sobre uma
vastidão de CDs e DVDs lançados mundo afora.

Na Europa, nos Estados Unidos e até mesmo na Argentina.

Ah, quantas músicas inauditas!

Quantas interpretações diferentes!

Quantas idéias interessantes suscitariam à mente carente de estímulos do pobre
crítico brasileiro!

Mas não vá pensar o autor de tais resenhas que seus leitores encontrarão os produtos
sobre os quais escreve nas lojas brasileiras.

E, se os encontrarem, que tenha certeza de que dificilmente comprarão, tendo em vista
os preços.
E esta é a pouco emocionante rotina daqueles que aguardam novidades no mercado
fonográfico erudito no Brasil.

Devemos todos nos contentar em adquirir pela enésima vez as mesmas obras, os mesmos
intérpretes e até as mesmas informações nos encartes que acompanham os CDs, tudo
geralmente maquiado com projetos gráficos coloridos e estratégias de marketing
baratas.

Como exemplo típico deste marasmo podemos citar o box "Best Mozart 100", lançado este
ano por ocasião das comemorações dos 250 anos da morte do compositor austríaco.

Enquanto no mercado internacional pipocam gravações que trazem novas interpretações
das obras de Mozart, revelam novos intérpretes e levam em conta as mais recentes
descobertas da musicologia, no Brasil é divulgado como um dos principais lançamentos
relacionados a esta data este box de seis CDs, que não trazem mais do que uma
coletânea díspar de 100 velhas e batidas gravações de trechos não menos batidos de
obras de Mozart.

São árias desconectadas de suas óperas e reunidas sem muitos critérios, movimentos
arrancados de sinfonias e concertos e o mesmo trecho de "Eine kleine Nachtmusik" que
se pode adquirir em qualquer banca de revistas, como brinde de alguma revista.

Os títulos do selo Naxos disponíveis no mercado nacional também nos dão uma boa
perspectiva da situação.

Fora do país, a Naxos apresenta um imenso catálogo que inclui desde coletâneas de
cantos gregorianos até gravações de obras completas de compositores ainda vivos.

Porém, o selo que edita os CDs da Naxos no Brasil faz questão de nos privar de toda
esta riqueza, e disponibiliza no mercado nacional, além dos conhecidos Bachs,
Beethovens e Vivaldis de venda mais garantida, uma infinidade de coletâneas bizarras
como "Organ Meditation", "Wedding Music" ou "Lounge Love Songs", também com trechos
famosos usurpados do contexto e reunidos de acordo com critérios que nada têm de
musical.

Outros exemplos de lançamentos nacionais não se distanciam destes.

Tratam-se de compositores famosos, obras que já foram exploradas por filmes ou
comerciais televisivos, intérpretes conhecidos do público brasileiro, isso quando não
vêm acompanhados de constrangedores apelos comerciais próximos aos dos livros de
auto-ajuda: "Chopin para sonhar", "Bach para o bebê" etc.

Da parte daqueles que lançam estes produtos no mercado (ou, mais rotineiramente, nada
lançam) a desculpa é sempre a mesma: no Brasil não há consumidores para músicas,
intérpretes e compositores desconhecidos.

Ora, estes grandes empreendedores do mercado fonográfico parecem não saber que
públicos se formam e são formados.

Temos realmente muita sorte de seus colegas do mercado automobilístico não pensarem
da mesma forma, do contrário ainda nos locomoveríamos em velhos fuscas, modernamente
maquiados com ar-condicionado e aparelho de DVD.

Este argumento dos selos nacionais, porém, não é de todo descabido.

Ele revela algo sobre os consumidores de música erudita no Brasil e seus hábitos.

Sabidamente, uma grande parcela destes é constituída de pessoas que freqüentam
concertos apenas pelo evento social que eles encerram.

Vestem-se com toda a pompa e aguardam ansiosamente pelo cafezinho do intervalo.

Outra parte destes consumidores quer apenas ostentar uma imagem culta.

São pessoas que adquirem CDs eruditos quaisquer para adornar as estantes da sala e
impressionar as visitas.

Freqüentemente nos deparamos, ainda, com um terceiro espécime de consumidor: aqueles
que são fisgados pelas estratégias de marketing ao estilo "auto-ajuda", aderem a uma
postura "zen" e realmente acreditam que música erudita serve para relaxar.

Estas pessoas devem manter a escuta em um nível extremamente superficial para
realmente relaxarem ao som de uma sinfonia de Beethoven, permeada de conflitos e
contrastes súbitos!

Em todos estes casos o conteúdo musical pouco importa.

Como quem compra roupas de marca ou jóias, os consumidores destas músicas parecem
apenas querer ostentar uma determinada imagem.

A música deve apenas não incomodar: não conter muitas dissonâncias "desagradáveis",
não ser longa demais etc.

E é este comportamento que parece nortear o mercado de música erudita no Brasil, dos
lançamentos de CDs e DVDs até a programação das temporadas de concertos.

Isso explica não somente a razão de só existirem CDs nacionais dos mesmos
compositores, mas também a razão pela qual as orquestras estrangeiras são obrigadas a
inserir no repertório obras conhecidas do público brasileiro para se apresentarem por
aqui, ou ainda por que não é possível passar uma só manhã sem que a Rádio Cultura
toque um "hit" de Tchaikovski, para a decepção de uma minoria, que está sempre em
busca de novas músicas, escritas por compositores diferentes e interpretada pelos
mais diversos músicos.

Estes já desistiram de dar uma olhadinha na prateleira de lançamentos nacionais e
dirigem-se diretamente aos importados.

Em meio a esse deserto, porém, é justo que se aponte alguns poucos oásis. Lançamentos
interessantes, embora esporádicos, ficam por conta de selos menores e, não raro, da
iniciativa dos próprios músicos brasileiros, que bancam a gravação e o lançamento dos
próprios CDs.

Embora tenham crescido de maneira tímida nos últimos anos, estes lançamentos são
geralmente caracterizados por tiragens reduzidas e por uma distribuição local, além
de cobrirem apenas a produção musical brasileira.

Mas, não fossem eles, nosso pobre crítico musical estaria desempregado...

Matheus G. Bitondi
É compositor, mestrando em música pela UNESP

Parceria

Ola a todos! sou novo no grupo e sou compositor em busca de parcerias.
Quero lançar um cd demo, como uma coletanea com participação de vários
compositores. Quem tiver interesse pode entrar em contato
comigo. vejam algumas de minhas musicas para saberem como é meu estilo
http://www.tramavirtual.com.br/artista.jsp?id=49655
Obrigado a todos!

Projeto Coral no Orfanato

O Lar Maria e Sininha abriga adolescentes em
situação de risco pessoal e social. Em outras
palavras são adolescentes que foram
abandonados ou afastados de suas famílias por
maus tratos ou negligência. A maioria deles
está no Lar desde que nasceu. Já tivemos épocas
onde moravam 110 crianças e adolescentes. Como
não temos ajuda de nenhum órgão público,
dependemos da ajuda financeira espontânea de
pessoas físicas e jurídicas. Ajuda esta que
varia em importância e duração. Por conta de
muitas dificuldades, há alguns anos optamos por
não aceitar novas crianças. Por isso,
atualmente cuidamos de 15 adolescentes com idades variando de 14 a 17 anos.
Esta instituição localiza-se no bairro
Eldorado, divisa de São Paulo e Diadema. Está
inserida numa comunidade conhecida como Favela
Morro do Macaco, onde vivem cerca de 8000
crianças em situação de carência quase absoluta
de oportunidades sócio-cultural-educativas.
O Lar Maria e Sininha tem desempenhado um
trabalho comunitário tentando atender não só as
crianças como as famílias desta comunidade.
Praticamente todos os nossos projetos são
desenvolvidos com a ajuda de profissionais
voluntários (como eu, por ex., que atuo não só
como presidente da associação, mas também como
acupunturista num ambulatório montado dentro de Lar).

A partir de uma paixão pessoal, uma das
idéias é a organização de um Coral, que envolva
nossos adolescentes e as crianças, adolescentes
e, por que não, os pais da comunidade. Acredito
fortemente no poder terapêutico do canto, como
forma de expressão e de conhecimento pessoal.
No entanto, pelo menos por enquanto, não temos
verba para pagar um maestro. Por isso, estou à
procura de um maestro voluntário.

Por outro lado, entendemos que a atuação
voluntária, quando prolongada é muito
complicada. Todos temos compromissos a cumprir
e, numa cidade tão grande, é quase um luxo
poder dispensar um período ou mais por semana
para uma atividade não remunerada, num local
distante. Faz parte deste projeto buscar uma
empresa que possa bancá-lo. No entanto, é
importante a implantação de um piloto, para
testar a adesão da comunidade. As empresas
aderem mais facilmente a projetos que já
estejam solidificados e que envolvam um grande
número de pessoas. É a realidade.....

Em resumo é isso.

Obrigada pela atenção
Silvia

22.10.06

Dica da Solange - Grupó História da Música

Povo da música, olha que GRAÇA!!!
http://www.palimpalem.com/1/NegroDiamante/index.html

Bjs,
So

Marcelo Recski

Presidente da ARCI
(Associação de Regentes de Corais Infantis)
www.arci.com.br

Transcritores para Documentários língua Inglesa-localizam-se

Localizam-se:

Transcritores para documentários e programas de cultura geral no idioma
inglês.



Os interessados, favor encaminhar breve currículo sobre suas atividades e
experiência em CARÁTER DE URGÊNCIA

Obrigatório o idioma inglês fluente.



Estamos montando equipes para este trabalho que poderá ser realizado na
residência do próprio transcritor.
Produção de cerca de 200 horas mensais a serem divididas entre os
transcritores.



Serviços:

1- Transcrever programas de Cultura Geral em língua inglesa.

Valor oferecido R$ 130,00 a hora transcrita.

2- Decupar os mesmos programas.

Valor oferecido R$ 65,00 a hora decupada (inserção de time-code)



Os materiais poderão ser enviados por Correios, via sedex, mas
fundamentalmente as questões abaixo são imprescindíveis.

Requisitos mínimos:

Conhecimentos fundamentais do inglês (ortografia e concordância)

Agilidade e prática em digitação

Compreensão dos sotaques característicos a língua

Cumprimento de prazos (obrigatório)

Produção mínima 5 horas semanais

Nível de escolaridade: ensino médio completo, curso técnico, superior
completo ou superior em curso

Ótima comunicação, entendimento de diálogos



Estação História Cultura e Patrimônio

Rua Padre Adelino, 1095-casa 02

Belenzinho-São Paulo/SP - 03303-000

(11) 6605-4882 - 6606-5559 fone/fax

estacaohistoria@uol.com.br

Revista Critério

http://www.revista.criterio.nom.br/

Marcelo Chagas, Editor

Procura-se cantor

Pessoal sou diretor de um grupo vocal que faz eventos e estou procurando um tenor e um barítono que tenha familiaridade com este tipo de repertório.
Como faço para divulgar esta necessidade com vocês.
Desde já obrigado.
Saulo Javan

Grupo All Music
11.8187.2377

grupoallmusic@uol.com.br

preciso de release com foto e experiência.
O stilo do grupo é prá vc ter uma idéia é mais ou menos os grupos americanos acapella. Visite o site www.recordplayer.tv e acesse o clipping do Grupo All Music, neste show aberto a solicitação do SESC foi repertório em homenagem à musica negra americana, ficou meio parecido com coisa de igreja mas não é a única frente do grupo.
Qualquer coisa me mande emails ou release no endereço
grupoallmusic@uol.com.br

Bem pessoal logo de cara quero agradecer porque algumas pessoas já repassaram a minha solicitação e estão encaminhando emails, somente para esclarecer.
O Grupo All Music faz música acapella no stilo dos grupos americanos, com aquelas divisões vocais e performance de palco, portanto cantores que sejam exclusivamente Líricos e que não estejam acostumados com esta "praia" não se encaixariam na proposta do grupo. Precisamos de Barítonos ou Tenores solistas que tenham facilidade para cantar em inglês e músicas do Michael Jackson e George Michael por exemplo, com todas as "firulas" que este stilo pede, pouca idade porque é para eventos e o mercado pede isto e ótima apresentação.
Temos 2 ensaios semanais, terças 14h30min às 17h30min e sextas também a tarde.
Temos um clipping em um site de um show no SESC, porém lá a coisa foi diferente, fizemos um show de última hora sobre música negra americana, mas dá pra dar uma olhadinha. www.recordplayer.tv Grupo All Music
Please mandem release com foto para grupoallmusic@uol.com.br

Abração
Saulo Javan

Cem anos de perdão para os piratas

Jorge Antunes
Compositor, maestro, professor titular da UnB, candidato a Deputado Distrital pelo PSOL

Uma luta renhida pelo monopólio do disco vem sendo travada nos bastidores internacionais. A luta tem conseqüências graves para a cultura brasileira, mas nossa imprensa não tem divulgado a questão com o destaque devido.
No dia 27 de julho a gravadora EMI divulgou sua decisão: desistiu, temporariamente, de comprar a Warner Music. A decisão da EMI foi conseqüência da corajosa decisão do Tribunal Europeu de Justiça, que no dia 13 de julho anulou a autorização da fusão entre o grupo japonês de música Sony e o alemão BMG, que havia sido concedida pela Comissão Européia em 2004. A fusão entre as duas empresas gerara a segunda maior companhia mundial do setor, atrás apenas da Universal. A decisão inédita da primeira instância da Corte Européia acatou a contestação de gravadoras independentes à transação. Mas como ainda cabe recurso, o rumo ao monopólio pode ser retomado futuramente.
O mercado fonográfico é capitaneado por seis grandes empresas gravadoras de discos, sendo que nenhuma delas é brasileira. A tendência dessa indústria é cruel e perniciosa, porque a monopolização gradual é a marca nesse mercado. A fusão da Sony com a BMG e a anunciada fusão da EMI com a Warner seriam as mais novas jogadas que amedrontam aqueles que defendem a democratização da cultura e de sua fruição.
A gravação sonora vem se revelando, cada vez mais, meio de enriquecimento desenfreado de grupos financeiros que controlam e comandam o planeta Terra. O sucesso se deve à adesão de governos e de legisladores à luta dos empresários contra a pirataria. A todo momento ouvimos a denúncia de que a pirataria prejudica os artistas, pois que estes deixam de receber os 2% a que têm direito sobre a venda dos discos. O Estado também se vê prejudicado, tendo em vista que, com a pirataria, impostos deixam de ser arrecadados.
Mas é sabido que nem todos os discos lançados são pirateados. Só são pirateados aqueles que contêm músicas de sucesso. Mas, quais são as músicas que fazem sucesso? Todos sabem que não podem fazer sucesso as músicas desconhecidas do grande público. Ou seja, só podem fazer sucesso as músicas que tocam nas rádios e nas televisões. De todas as músicas novas, poucas são levadas à antena das rádios e e das TVs.
O público que ouve rádio sabe que a programação não varia muito. Os sucessos se repetem tocados implacavelmente, em diferentes estações, com freqüência assustadora. Qualquer ouvinte desavisado é levado a crer que aquela música muito tocada é sucesso, porque é repetidamente tocada. Outros ingênuos dirão que ela é muito tocada porque é sucesso. O gosto do público é construído, de modo covarde e criminoso, dando lugar a um círculo vicioso que estabiliza a tolerância de um crime de lesa-cultura e, portanto, também de lesa-pátria.
As multinacionais do disco, não satisfeitas em monopolizar o mercado da música, compram programas e programadores de rádio, para que as músicas que elas querem vender se repitam continuamente nos alto-falantes de cada residência, de cada radinho de pilha e de cada carro. Essa compra de programas radiofônicos e de radialistas, aliada à divulgação massificante, encarece demasiadamente a produção, fazendo com que o preço de venda do disco seja altíssimo.
A pirataria chega até mesmo a fabricar cópias ilegais de discos que ainda não chegaram às lojas e às rádios, porque já sabe de antemão o que vai ser sucesso. Claro, todos sabem que terão sucesso as músicas que estão nos discos cuja difusão radiofônica massificada, através do jabá, será paga pelas gravadoras.
Os artistas chamados independentes, que ainda não foram adotados pelos proxenetas internacionais do som, não têm suas músicas tocadas no rádio. Assim, eles não têm suas obras ouvidas, conhecidas, massificadas e, portanto, não fazem sucesso: não são pirateadas.
Artistas independentes começam a se organizar repudiando energicamente a prática do jabá. A criminalização dessa prática antiética já conta com projetos de lei, mas estes andam a passo lento na Câmara. Os artistas que se organizam para combater a pirataria e que, com esta, deixam de ganhar 2% nas vendas dos produtos originais, sabem da existência do jabá e, portanto, são coniventes com o espúrio e antiético procedimento.
Talvez não devamos ainda chamar de ladrões as gravadoras, as rádios, os radialistas e os músicos que participam da cadeia produtiva que inclui o jabá, pois que esta prática imoral ainda não foi criminalizada. Mas dentro em pouco deveremos leniência a certos malandros: pirata que pirateia ladrão tem cem anos de perdão.

Procura de Partitura

Ola!

estou procurando a partitura da Fuga Proverbial de O. Lacerda, ("pato e
parente só servem pra sujar a casa da gente"...), pois nao sei onde foi
parar minha partitura.
Alguem poderia me ajudar?
Obrigada
Simone

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Simone Schumacher
Grupo Vocale
www.vocale.org

Grupo Vocal Bel Canto
www.grupobelcanto.org

Coral doSindicato dos Bancarios de Santos e Regiao
http://aede.org.br/bancarios/

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LOUCURA TOTAL

Acabei de salvar essa fotos de uma website, mas por pouco não as perdi pois foi retirado do ar. Veja a situação no Líbano ! Divulguem para todo Brasil !

Visite :

http://fabioxoliveira.blog.uol.com.br

http://felipeoliveira.mus.br/

grupo Bel Canto abre vagas

Ola !

O grupo vocal Bel Canto está com inscrições abertas para interessados em participar de seu proximo show, cujo repertório começará a ser preparado a partir de agosto.

Os ensaios acontecem em Santos -SP, na Escola Aquarela, R. Pará, nº 8, às 2as e 4a feiras, às 19:30 horas. Não é preciso ter experiência em canto, e a participaçao é gratuita.

Um abraço
Simone

www.grupobelcanto.org

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Simone Schumacher
Grupo Vocale
www.vocale.org

Grupo Vocal Bel Canto
www.grupobelcanto.org

Coral doSindicato dos Bancarios de Santos e Regiao
http://aede.org.br/bancarios/

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Alô, Produtores e conhecidos de bons produtores

Alô, Produtores e conhecidos de bons produtores,
Preciso orçar produtores para fazer co-produção de shows (espaços fechados) em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. Os shows deverão acontecer a partir de junho de 2007, mas estamos fechando o projeto nesse final de semana.
Por favorzinho, escrevam para solange@alomusica.com.br.
Bjs em todos,
Sol

O evento passou, mas vale pra divulgar...

GRUPO NÓS QUATRO
Celia Vaz . Marcio Lott . Fabíola Sendin . Clarisse Grova
Arranjos e direção musical: Celia Vaz



Nós quatro temos, isoladamente, longa trajetória profissional. O que nos reuniu foi a paixão comum pelos grupos vocais. Começamos "brincando" de vocalisar nossas músicas prediletas. A brincadeira ficou tão séria, que acabamos convidados pela gravadora Biscoito Fino.
Assim surgiu nosso CD de estréia - Nós Quatro: uma viagem pela MPB, com arranjos especiais para composições de Lenine, Tom Jobim, Djavan, Guinga, Luiz Gonzaga, João Gilberto e Milton Nascimento.
Por conta da qualidade do nosso trabalho, fomos classificados para o mais importante prêmio da MPB, o Prêmio Visa - Edição vocal - com cerca de 2.800 concorrentes. Fomos o único grupo vocal a chegar à final, da qual participaram apenas cinco artistas: um feito inédito para grupos vocais em todas as edições do Prêmio Visa.
Após a última semifinal, publicou O Estado de São Paulo: "Cheio de bossa, charme e elegância, o grupo carioca Nós Quatro abriu a noite com uma apresentação impecável. Esbanjaram fluência e segurança na combinação dos timbres, na divisão dos solos e em ótimas soluções de arranjos, tanto vocais quanto instrumentais."
Durante o mês de março de 2006, fizemos uma turnê pelo sul e sudeste do País, passando por cidades do Espírito Santo, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
A motivação principal do grupo continua sendo a paixão por vocais, uma vertente tradicional da música brasileira.

Nós Quatro
Serviço:
"Nós Quatro"
Sala Baden Powell ala Baden Powell
Av. Nossa Senhora de Copacabana, 360
Copacabana - Rio de Janeiro
Telefone: 2548-0492
Dia 26 de julho, quarta-feira, às 19 horas
Ingressos: R$10,00 e R$5,00 (estudantes e idosos)



CELIA VAZ
Natural do Rio de Janeiro, iniciou sua carreira musical com a gravação de Lembrança, de sua autoria, pela cantora Dóris Monteiro.
Na Berklee College of Music (Boston, EUA) graduou-se no curso de Arranjo e Composição. Participou de vários concertos e gravações em Boston e em Nova York, inclusive do LP Hotmosphere (do baterista Dom Um Romão), onde atuou como arranjadora, além de registrar sua composição Cisco Two.
De volta ao Brasil, Celia grava seu primeiro álbum solo (Mutação - Polygram - 1980) com Pat Metheny, Marcos Resende, Ricardo Silveira e outros.
Em 1987 torna-se diretora musical, arranjadora e violonista do grupo vocal Quarteto em Cy, com quem grava vários CDs.
Em 1995 é convidada para ministrar um curso de arranjo vocal no Conservatório de Rotterdam (Holanda). 1995 é também o ano de outro CD, intitulado Celia Vaz (Leblon Records), com a participação especial de Chico Buarque cantando, em dueto, Retrato em Branco e Preto. Este trabalho rendeu à Celia o prestigiado Prêmio Sharp de Música.
Fez shows pelo Brasil e no exterior: Japão, Europa e EUA, e gravou o elogiadíssimo CD Brasileiras (CID), em duo com Wanda Sá. Em janeiro de 1997 fazem shows em Tóquio, lançando o CD no Japão e nos Estados Unidos.
Em maio de 1997 vai a Cuba para a apresentação de três espetáculos. Nos três anos seguintes participa, como arranjadora, da gravação de três CDs unindo os grupos Quarteto em Cy e MPB-4.
Gravou várias faixas para CDs lançados em Londres (Far Out Records e Soul Jazz Records), como cantora, compositora, violonista e arranjadora.
Em fevereiro de 1999 grava um CD solo para o selo inglês Far Out Records: Ebb and Flow.
Em abril de 1999: show em Punta Del Leste (Uruguai) com Quarteto em Cy, MPB-4 e Milton Nascimento.
Em abril de 2000 (Japão): participação do CD Ilha Verde da cantora Kumi Hara.
Em 2001 (Japão), participa do CD Boa Notícia: Kumi Hara
Fevereiro de 2001: CD A Lua e o Conhaque, do sambista Delcio Carvalho. Em novembro: CD Meu Primeiro Disco, de Maurício Mattar.
Em 2002: CD Tributo a Luís Eça (Biscoito Fino); CD de Billy Blanco (Biscoito Fino).
Em 2003: CD infantil Learning Factory (Cultura Inglesa).
Janeiro de 2004: CD de Lisa Ono (Japão).
2005: CD de Mariana Leporace (Japão).
Setembro de 2005: finalista do Prêmio Visa, como integrante do Nós Quatro.
Março de 2006: turnê com o Nós Quatro por São Paulo, Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

MARCIO LOTT
O mineiro Marcio Lott iniciou sua carreira artística no final dos anos 60, tendo sido considerado Melhor Intérprete do Festival Universitário Belorizontal (MG). Participou de outros festivais de música, como o Festival Internacional da Canção (RJ) e o Festival de Música Popular Brasileira de Belo Horizonte (MG).
Em 1970 fixou residência no Rio de Janeiro, atuando em várias casas noturnas, como Number One, Flag, 706, Special Bar e Mistura Fina.
Marcio Lott participou de discos e shows de vários artistas, com destaque para os espetáculos Baby Gal (Gal Costa), e Brasil (Simone), além de trilhas sonoras de novelas da Rede Globo como vocalista e solista: O Primeiro Amor, Selva de Pedra, Uma Rosa com Amor, Carinhoso, O Semideus, Dancing Days, O Casarão, Ossos do Barão e Cavalo de Aço.
Em 1981 participou do disco As Vozes do Jingle, ao lado de Lucinha Lins, Luna, Fabíola, Regininha e Flavinho.
Ao longo de sua carreira lançou vários compactos. Atuou na gravação de jingles para várias campanhas publicitárias (Destaque para os da produtora Zurana), e fez parte dos grupos vocais Quarteto Forma e Be Happy.
No final dos anos 90 participou dos eventos: Show dos 500 Anos (1998) e Os 100 Anos de Música (1999), realizados pela TV Globo, além do do CD infantil Arco-íris (1999).
Em 2005 lançou o CD EmCantos Gerais (MEC), pelo qual foi indicado para Melhor Cantor do Ano (Rival BR).
Setembro de 2005: finalista do Prêmio Visa, como integrante do Nós Quatro.
Março de 2006: turnê com o Nós Quatro por São Paulo, Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

CLARISSE GROVA
Cantora e compositora, começou atuando em corais de igrejas, bailes, e inúmeros clubes do Rio e outros Estados do Brasil. Vencedora de festivais (Festival de Ouro Preto, 1º Festival das Mulheres Nas Artes), destacando-se como intérprete em vários deles.
Cantou no Chiko's Bar e no Cálice, acompanhada por Luizinho Eça, Edson Frederico, Osmar Milito, entre outros. Com produção de Renato Corrêa e direção artística da gravadora EMI-ODEON, Clarisse gravou seu primeiro trabalho fonográfico, com arranjos de César Camargo Mariano, Eduardo Soutto Neto e Jota Moraes, e músicas de Sueli Costa e Abel Silva, Flávio Venturini, Cartier e Paulo César Feital, entre outros.
Escolhida por Abel Silva, abriu o projeto Poeta Mostra Tua Cara, com a obra do compositor. Com ele percorreu o Estado do Rio (capital e interior), apresentando-se no show É Poesia e é Canção, no Night Rio's. "A entrada de Clarisse no palco foi um presente" - dizia a crítica do JB, no dia seguinte.
Em 96 participou da produção inglesa Friends From Rio, com a banda Cama de Gato, interpretando a música Para Lennon e Mc Cartney. O disco foi lançado em Londres, no mesmo ano. Participou do CD Estão Voltando as Flores, produção de Paulinho Tapajós, com as cantoras Nana Caymmi, Aline, Kika Tristão e Fátima Regina. Participou, ainda, do CD 50 Anos de Aldir Blanc, indicado para o Prêmio Sharp 1996, na categoria de melhor disco de MPB.
Em 1997 Clarisse Grova foi convidada por Aldir Blanc para gravar seu primeiro CD, Novos Traços, produzido por Rildo Hora pelo selo Alma.
Em 99, encerrou o projeto Nara, Uma Senhora Opinião.
Em 2000 participou do Festival da Música Brasileira realizado pela TV Globo, e apresentou seu espetáculo Brasileira, com elenco de bailarinos circenses.
Em 2003, em parceria com Felipe Radicetti, lança seu primeiro CD autoral: Superlisa, também lançado no Japão pelo selo Koala.
"Trata-se do mais bem-sucedido casamento da MPB com a música eletrônica." (Hugo Sukman - O Globo).
"Uma das últimas cantoras puras do Brasil." (Ruy Castro).
Setembro de 2005: finalista do Prêmio Visa, como integrante do Nós Quatro.
Março de 2006: turnê com o Nós Quatro por São Paulo, Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

FABÍOLA SENDIN
Iniciou sua carreira artística como finalista de A Grande Chance, famoso programa de TV, de Flávio Cavalcanti.
Seu primeiro disco foi o compacto simples - A Peteca, produzido por Durval Ferreira (CID), em 1970. Seguiu-se o disco Fabíola (CBS), produzido por Eduardo Lages, arranjos de Eduarto Soutto Neto e Reinaldo Arias, com participação de Rafael Rabelo e Copinha.
Integrou o Grupo Seleção, com Zé Roberto Bertrami, Ivan Conti e Alexandre Malheiros (que, mais tarde, formaram o Azimuth), e o grupo Cravo & Canela, cujo disco teve a participação de Sivuca.
Em 1982, grava a canção Na Magia Dessas Canções (Wea), de Reinaldo Arias e Paulinho Tapajós, bastante executada nas principais rádios, e o disco Luz de Mim (Paladar), com arranjos de Jota Moraes, Roger Henri, Cláudio Cartier e outros. Em 1986, lança o LP Porcelana (Vison), e participa do disco As Vozes do Jingle, produzido por Júlio Hungria.
Em 1992, um disco acústico: Mulher Rendeira, reunindo músicas nordestinas tradicionais e contemporâneas, com arranjos de Jota Moraes e participação do quarteto de cordas de Jaques Morelenbaum, Mauro Senise, Paulo Russo, Téo Lima e Marcos Suzano, entre outros.
Ao longo de sua carreira, atuou em diversas casas noturnas do Rio de Janeiro, ao lado de músicos como Edson Frederico, Márcio Montarroyos, Téo Lima e Osmar Milito, e participou de vários festivais, com destaque para o MPB Shell 82 (TV Globo).
Integrou o coral da Orquestra Sinfônica Brasileira durante a apresentação do Ballet Bolshoi (Moscou), no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Apresentou-se no Congresso da Asta (Montreal, Canadá) ao lado de Edson Frederico e Sérgio Mendes.
Participou do projeto Poeta Mostra Tua Cara, idealizado por Solange Kafuri, ao lado de Capinam, Geraldo Azevedo, Gilberto Gil e Paulinho da Viola.
Foi vocalista do cantor Tim Maia, na banda Vitória Régia.
Em 2004, participa dos CDs Brazilian Soul, do grupo Azimuth, e O Tempo do Samba, do Grupo Batuque, ambos lançados nos EUA e Europa.
Atuou na área publicitária, gravando jingles, entre eles, para a Coca-Cola.
Março de 2006: turnê com o Nós Quatro por São Paulo, Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

CONTATOS
Nós Quatro: nosquatro@sendin.com.br - www.sendin.com.br/nosquatro
Celia Vaz: (21) 2274-6582 - celinhavaz@ig.com.br



Apoio: www.alomusica.com.br

Carlos Eduardo Amaral

"Acesse www.audicoesbrasileiras.mus.br e divulgue a música clássica brasileira para o mundo."
Parceria www.argohost.net

Centro de Carreiras

Músico (instrumento, canto, regência e composição)



Remuneração
Salário médio inicial: R$ 1.200,00 (orquestras experimentais)


Sensibilidade e técnica apurada são as ferramentas básicas
desse profissional.

Criatividade, sensibilidade e disciplina são as principais características do músico, que transforma idéias e sensações em sons. O aprendizado da música envolve a percepção musical, a teoria e as técnicas de execução. Suas áreas de atuação são basicamente regência, composição, canto, instrumento e ensino.

A atividade exige que o indivíduo que se dedica a ela goste de estudar e desenvolva sua concentração. Muitos profissionais passam anos em conservatórios e, mesmo os autodidatas, reservam várias horas do dia para o aprendizado musical. Os que freqüentam curso superior têm, entre as principais disciplinas, Harmonia, Percepção, Canto, Coral, Análise e Partitura. Para entrar na faculdade, o candidato tem de ser aprovado em uma prova de aptidão.

O instrumentista pode ser um solista ou tocar numa orquestra ou formar grupos autônomos (bandas, duetos, trios, quartetos etc.). Também é possível partir para a criação de jingles, fazer gravações em estúdio ou desenvolver trilhas sonoras para cinema, teatro e televisão.

O compositor dedica-se a criar músicas populares e eruditas. Conhecimento profundo de música e domínio da teoria e da técnica de composição são fundamentais. Na área de regência, o músico pode especializar-se na condução de orquestras ou óperas, que exigem técnicas diferentes. Outra opção são os corais formados em escolas, empresas ou clubes, que contratam esse especialista para coordenar o grupo.

Quem se dedica à área de canto pode trabalhar em coros profissionais ou seguir carreira-solo. Por fim, existe a licenciatura, em que o músico pode se especializar em várias áreas e dar aulas nas redes pública e particular de ensino.

MERCADO - Estável. Embora este mercado ainda seja restrito, os formandos encontram relativa facilidade para conseguir uma colocação, especialmente em orquestras e corais experimentais. Na carreira-solo poucos conquistam o sucesso. O ensino de música, em escolas ou para alunos particulares, ainda é a maior fonte de empregos.

OPÇÕES DE TRABALHO - Lecionar em escolas (conservatórios) públicas ou privadas ou atender alunos particulares.
. Atuar em orquestras e corais; criar jingles e trilhas sonoras; ou apresentar-se em bares, teatros e centros de cultura

FORMAÇÃO - 8 semestres para canto e instrumento; 12 semestres para composição e regência.
Bacharelado ou Licenciatura em Música: UFBA-Salvador/BA; UnB-Brasília/DF; UFRJ-Rio de Janeiro/RJ; UFPB-João Pessoa/PB; UFRGS-Porto Alegre/RS; USP-São Paulo/SP; Unicamp-Campinas/SP; Unesp-São Paulo/SP; UFMG-Belo Horizonte/MG; UFG-Goiânia/GO; UFSM-Santa Maria/RS; UFU-Uberlândia/MG; Unirio-Rio de Janeiro/RJ; CBM-CEU-Rio de Janeiro/RJ; Embap-Unespar-Curitiba/PR; FMCG-São Paulo/SP; Udesc-Florianópolis/SC; Uemg-Belo Horizonte/MG; UFPel-Pelotas/RS.

Simone Schumacher

Grupo Vocale
www.vocale.org

Grupo Vocal Bel Canto
www.grupobelcanto.org

Coral doSindicato dos Bancarios de Santos e Regiao
http://aede.org.br/bancarios/

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UMA INTRODUÇÃO À IMPROVISAÇÃO NO JAZZ

DE MARC SABATELLA,

AGORA DISPONÍVEL GRATUITAMENTE EM PORTUGUÊS



-- Uma Introdução à Improvisação no Jazz, de Marc Sabatella, agora disponível em português

-- Para músicos ou apreciadores do jazz interessados em saber mais sobre a improvisação

-- O livro associa a história do jazz à evolução da teoria do jazz e a prática da improvisação

-- O livro inteiro está disponível gratuitamente na internet em www.jazzbossa.com



JULHO DE 2006 -- O excelente livro A Jazz Improvisation Primer, de Marc Sabatella, que já é uma referência para o aprendizado da improvisação no jazz, tem agora uma versão em português: Uma Introdução à Improvisação no Jazz.



A improvisação é o coração do jazz. Tocar uma melodia e não improvisar não é jazz - por mais "jazzística" que possa soar a execução e a harmonia da música. E, tanto quanto o jazz, a arte da improvisação evoluiu na história. Daí a importância de Uma Introdução à Improvisação no Jazz (A Jazz Improvisation Primer), de Marc Sabatella, livro que associa a história do jazz à evolução da teoria musical por trás dessa música, e aponta para o uso dessa teoria na prática da improvisação. O livro também dá dicas de como tocar jazz em grupo, traz uma excelente discografia comentada, e muito mais.



Marc Sabatella é um autor muito didático, e as explicações deste livro vão certamente ajudar a ampliar os horizontes do músico que queira dominar a teoria e a técnica por trás da improvisação de jazz, bem como daquele que, não sendo músico, aprecie o jazz e queira conhecer mais sobre o que está por trás de sua evolução musical.



Uma Introdução à Improvisação no Jazz está disponível gratuitamente para consulta e leitura no site www.jazzbossa.com.



A tradução é do jornalista, tradutor e estudante de música Cláudio Brandt (brazooka@gmail.com), que dá boas-vindas a sugestões e críticas.



Bom Proveito!

Loja de Cd é coisa de pessoas mais velhas?

O envelhecimento da loja de CDs

Alex Williams,
em Nova York

Então, este é o horário do pico das vendas do final da tarde?

Em uma segunda-feira recente, seis pessoas -- e, pouco depois, quatro, e, a
seguir, duas -- examinavam as estantes de CDs na Norman's Sound & Vision,
uma loja de música na Cooper Square, em East Village, em Manhattan, por
volta das 18h, um horário que costumava ser considerado "a hora do rush"
diária para as vendas. Uma década atrás, o número de clientes poderia ser de
20 ou 30, afirma Norman Isaacs, o proprietário. Seis pessoas? Este é o
número de funcionários que ele costumava ter na loja.

"Eu costumava ganhar em um único dia aquilo que atualmente demoro uma semana
para ganhar", lamenta Isaacs, um homem de 59 anos, de cabeça raspada, dono
da loja, cujas prateleiras cheias de discos de punk, jazz, música latina e
uma infinidade de rock clássico o deixaram, após várias tardes, parecidos
com uma versão em estilo rock and roll do reparador da Maytag. Algo que
também preocupa Isaacs é a idade da clientela. "Eles estão com os cabelos
bem mais grisalhos", disse ele melancolicamente.

A loja de discos da vizinhança já foi um ponto de encontro de adolescentes,
um lugar para escaparem dos pais, gastarem as mesadas e absorver os últimos
lançamentos da moda e da música. Mas, atualmente, ela está se transformando
rapidamente em um templo da nostalgia para compradores velhos o suficiente
para se lembrarem de "Frampton Comes Alive!", um sucesso do guitarrista
Peter Frampton.

Na era do iTunes e do MySpace, a clientela que ainda vê a música gravada
como um bem material (ou seja, um CD), e não como um arquivo digital a ser
baixado da Internet, está diminuindo e envelhecendo, colocando em risco
ainda maior a sobrevivência das lojas de discos, que já sofre pressão das
lojas de descontos em massa, como como a Best Buy e a Wal-Mart.

A fatia que os downloads retiraram das vendas de CDs é bem conhecida -- o
mercado de discos compactos sofreu uma redução de 25% entre 1999 e 2005,
segundo a Associação da Indústria Fonográfica dos Estados Unidos, uma
organização comercial. O que esta queda drástica indicada pelos números não
revela é que esta tendência está transformando várias lojas de discos em
nichos freqüentados por homens de cabelos grisalhos que usam rabo-de-cavalo.

E isto é uma realidade mais observável nas lojas das grandes cidades, que
contam com um acervo de CDs maior do que o das grandes cadeias que vendem
discos em promoções.

"Não vemos mais a garotada por aqui", afirma Thom Spennato, dono da Sound
Track, uma loja aconchegante na Sétima Avenida, em Park Slope, no Brooklyn.
"O mercado composto de adolescentes de 12 a 15 anos desapareceu nos últimos
dois anos."

E sem essa geração de compradores, o futuro parece sombrio. "O proprietário
do imóvel perguntou se eu queria assinar um outro contrato de dez anos, e eu
disse que não", conta Spennato. "Restam-me quatro anos de contrato, e depois
disto estou fora."

Desde o final de 2003, cerca de 900 lojas de discos independentes fecharam
as portas em todo o país, fazendo com que o total desses estabelecimentos
seja atualmente de 2.700, de acordo com a companhia de pesquisa de marketing
Almighty Institute of Music Retail, de Studio City, na Califórnia. Em 2004,
a Tower Records, uma das maiores redes de venda de discos compactos do país,
entrou com um pedido de falência.

Greta Perr, uma das donas da Future Legends, uma loja de CDs novos e usados
na Nona Avenida, em Hell's Kitchen, no West Side de Manhattan, conta que os
jovens nunca mais retornaram à sua loja depois da onda de compartilhamento
de arquivos do Napster no final da década de 1990. Ela respondeu a essa
tendência enchendo as vitrines com discos de artistas como Neil Young e
Bruce Springsteen. "As pessoas vêm e dizem: 'Me lembro de que, quando tinha
20 anos, o segundo disco de Steve Miller foi lançado. Posso ficar com este
aí?", diz Perr.

As estatísticas do setor comprovam que o público comprador de CDs está
ficando de fato grisalho. As compras realizadas por jovens de 15 a 19 anos
representavam apenas 12% do total vendido pelas lojas em 2005, o que
significa um declínio de 17% em relação a 1996, de acordo com a Associação
da Indústria Fonográfica. As compras feitas por pessoas de 20 a 24 anos
representavam menos de 13% do total em 2005, o que significa uma queda de
cerca de 15%. Durante o mesmo período, a parcela de música gravada comprada
por adultos com mais de 45 anos aumentou para 25,5%, em relação aos 15%
registrados em 1996.

(Esses números incluem CDs e músicas baixadas da Internet, sendo que os CDs
ainda representam uma fatia muito grande do mercado de música gravada, com
87% do total em 2005).

O predomínio dos compradores mais velhos é especialmente notável nas lojas
independentes menores das áreas metropolitanas, nas quais os clientes mais
jovens tendem a ser mais ligados em tecnologia, e os fãs mais velhos das
músicas costumam exibir gostos mais esotéricos, explica Russ Crupnick,
analista do Grupo NPD, uma firma de pesquisa de mercado.

Na loja Norman's, que foi inaugurada 15 anos atrás e que fica próxima do
epicentro do movimento punk nova-iorquino, o Saint Marks Place, de vez
enquanto aparecem clientes com piercings no nariz. Mas eles podem estar
apenas desejando usar a máquina de saque automático de dinheiro.

Um par de adolescentes -- ele com o cabelo pintado de negro, ela usando
shorts de tecidos de camuflagem rasgados -- andava recentemente pela calçada
e parou subitamente em frente à porta da loja, ao ver um álbum de Isaac
Hayes da década de 1970. A expressão dos dois era a de candidatos a crentes
que foram parar na igreja errada. Eles logo foram embora.

A maior parte dos outros clientes da Norman's é velha o suficiente para se
recordar das fitas de oito trilhas. Steven Russo, 53, por exemplo procurava
CDs de jazz. Russo, professor de segundo grau em Valley Stream, Nova York,
disse que aprecia a loja devido ao clima de camaradagem entre os
conhecedores que a freqüentam, e também pelo seu acervo. "Gosto do fato de
as pessoas serem capazes de falar umas com as outas sobre a música, de falar
com gente que sabe das coisas", afirma Russo.

Richard Antone, um escritor freelance de Newark, Nova Jersey, cujo cabelo é
repleto de cachos grisalhos, afirma que a sua visita semanal à loja é uma
experiência visual e auditiva. "Lembro-me de como as pessoas apreciavam
tanto o trabalho de arte visual na capa de um álbum como "Electric Ladyland"
ou "Sgt. Pepper" tanto quanto a música", diz Antone.

A geração perdida de jovens compradores -- para os quais um CD é um disco
prateado a ser queimado com os seus próprios sons, e, a seguir, rotulado com
uma caneta negra -- provavelmente significará o fim da Norman's dentro dos
próximos cinco anos, afirma Isaacs, o proprietário. Segundo ele, vários dos
seus concorrentes do centro da cidade já desapareceram.

Alguns proprietários independentes estão resistindo a este desafio de
natureza demográfica. Eric Levin, 36, dono de três lojas Criminal Store em
Atlanta, e que fiscaliza um grupo comercial chamado Aliança das Lojas
Independentes de Mídia, que representa 30 lojas de âmbito nacional, afirma
que os estabelecimentos que estão perdendo os fregueses jovens são
"dinossauros" que nada fizeram no sentido de atrair a nova geração.

De acordo com ele, por todo o país lojas como a Grimey's, em Nashville, a
Shake It Records, em Cincinnati, e a Other Music, em Nova York estão
mantendo os fregueses jovens ao diversificarem os seus negócios. Além de
venderem CDs raros e até mesmo discos de vinil, muitas passaram a oferecer
também à clientela jovem gibis, robôs japoneses de brinquedo e roupas.
Algumas abriram clubes noturnos anexos, ou, no caso de Levin, cafés.

"A garotada não precisa ir até as lojas de discos, como as gerações
anteriores", explica Levin. "Temos que fazer com que eles tenham tal desejo.
É preciso que criemos um evento."

Mas a diversificação nem sempre é uma opção para as lojas menores que contam
com pouco espaço extra, como a Norman's. A continuidade da sobrevivência de
Isaacs como lojista se deve em parte a um negócio paralelos que ele
administra vendendo CDs usados na Amazon e na eBay. Ele os compra de
fregueses que aparecem na loja e que com freqüência se livram de coleções
inteiras.

Ao contrário das ameaçadas livrarias independentes, com os seus tapetes
rotos, as prateleiras empoeiradas e os gatos que soltam pêlos, as lojas de
discos independentes que correm risco de desaparecer não inspiram a mesma
preocupação, talvez porque não ocupem um lugar de tanto destaque na
imaginação popular quanto os sebos

Mesmo assim, o fim dessas lojas será lamentado.

Danny Rields, o primeiro empresário do Ramones, conta que visitar a Bleecker
Bob's na West Third Street no final da década de 1970 era "algo como
experimentar o cenário musical de Nova York miniaturizado". A loja era um
nicho cultural, um posto de trocas para todas as tendências punk
posteriores. "Ir à Bleecker Bob's era como dar uma passada no clube CBGB's",
afirma Rields (ainda é possível dar uma passada na Bleecker Bob's).

Dave Marsh, o crítico de rock e autor de livros sobre música popular,
observa que roqueiros como Jonathan Richman e Iggy Pop aperfeiçoaram os seus
gostos musicais trabalhando como vendedores de lojas de músicas.

"Isso faz parte da transmissão da música", afirma Marsh, que se lembra de
ter ficado fascinado por bandas cult como o Fugs e o Mothers of Invention
por meio de vendedores na loja local de discos, na sua cidade natal,
Waterford, no Estado de Michigan. "Parece que não é possível haver um bairro
sem uma dessas lojas."

Tradução: Danilo Fonseca
Visite o site do The New York Times

Músicos de São Paulo, boa tarde

preciso indicar um bom coral juvenil, para uma menina de 11 anos, moradora da Zona Leste de São Paulo. Alguém pode me ajudar? Obrigada,


Lydia
www.ecoart.mus.br
http://www.ecoart.mus.br
www.orkut.com - lyragodau

IMPA

Localização

O IMPA está localizado na zona sul do Rio de Janeiro, próximo à
Floresta da Tijuca e ao Jardim Botânico, a dez minutos dos principais
hotéis do Leblon e de Ipanema. Nesta página se encontram o endereço,
mapa e informações de como chegar à instituição. Veja também as
imagens da vizinhança do IMPA.



Endereço

Estrada Dona Castorina, 110
Jardim Botânico
22460-320 Rio de Janeiro, RJ
Brasil

Telefone: (55) (21) 2529-5000



Como chegar ao IMPA

Desde o aeroporto
Sugerimos que se tome um táxi. O preço fica em torno de R$ 60,00 - R$
70,00, respectivamente, para uma corrida de 30 minutos. Há também,
ônibus com ar-condicionado que vão para Copacabana, Ipanema e Leblon.
Se você está vindo de taxi, por favor imprima a informação abaixo:
Para chegar na Estrada Dona Castorina, no Jardim Botânico, entrar na
Rua Lopes Quintas e ir até a rua Pacheco Leão. No final da Pacheco
Leão, à direita encontra-se a Estrada Dona Castorina.

Ônibus
O IMPA é servido por duas linhas de ônibus. Ambas fazem ponto final
próximo ao Instituto:
Linha 409 (Tijuca - Jardim Botânico)
Linha 125 (Central - Horto)
Use a porta dianteira para entrar e a porta traseira para saltar.
Pague ao entrar. Atualmente a tarifa é R$ 1,90 e o troco máximo
obrigatório é de R$ 10,00. A linha 125 também oferece ônibus com ar
condicionado, cuja tarifa é R$ 2,00.

Táxis
Caso necessite de táxi, telefone para as seguintes companhias:

JB Táxi (normal) 2501-3026

Coopatur (especial) 2560-1009

Cootramo (especial) 3976-9944

Coopertramo (especial) 2260-2022


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[]´s
Renato Alvim - Rio de Janeiro - RJ
Membro da BSGI - Membro da BSGI Nam-myoho-rengue-kyo
Linux Registered Member #114620 - 83730368
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Ainda dicas de Musicoterapia

Alô,
Conheço Sonia Prazeres aqui no Rio de Janeiro - soprazeres@terra.com.br - talvez ela possa dar alguma indicação para o local.
Boa sorte,
Solange

Dicas de Musicoterapia

Amigos, sou professor de música no curso de musicoterapia da FMU. Nossa
coordenadora, a musicoterapeuta Maristela Smith, certamente saberá indicar
alguém em Brasília. Os e-mails dela são: maristelasmith@fmu.br e
smithmaristela@globo.com
Abraços a todos.
Marcio Guedes.

Amigos, sobre musioterapia ha também o site da UBAM que é:
http://www.ubam.hpg.ig.com.br/html/p_clam.htm
Abraços!
Marcio Guedes.

Instrumentos Disponíveis

Caros amigos,

Estou disponibilizando algumas Flautas Doces e um Krumhorn para venda:

Flauta Doce Sopranino - Moeck (dedilhado germânico)
Flauta Doce Soprano - por Hans Herrmann Ziel (dedilhado barroco)
Flauta Doce Soprano - Moeck/Rottenburg (dedilhado barroco)
Flauta Doce Contralto - Moeck (dedilhado barroco)
Flauta Doce Contralto - Moeck/Rottenburg (dedilhado barroco)
Flauta Doce Tenor - Küng (dedilhado barroco)
Krumhorn Soprano - Moeck (dedilhado barroco)

Solicito aos interessados em adquirir os instrumentos entrarem em contato
através dos E-mails casnett@triang.com.br e casnbr@yahoo.com ou pelo
telefone (34) 3219-0440.

Atenciosamente,

Calimerio Soares.

Alô, Povo da Música

Estou precisando orçar grupo de "Música Renascentista" para São Paulo:
a.. Número de integrantes
b.. Exigências com transporte, cataring, equipamentos de palco (preferimos quem venha com tudo), etc.
c.. Custo por apresentação.
O Projeto ainda está no esqueleto e caso seja aprovado deverá ser para apresentações quinzenais, sem horário ainda definido, mas é provável que seja no meio da semana...
Retorno para atendimento@alomusica.com.br.
Abs e bom final de semana,
Solange.

Pacific Boychoir (Coro de Meninos do Pacífico)

VENCEDOR DO GRAMMY AWARD EM 2004

Inesquecível, a minha experiência com os meninos e seu excelente diretor musical. Fiquei muito impressionado com a facilidade de adaptação do Pacific Boychoir às partes mais difíceis do Requiem de Guerra de Benjamin Britten, Maestro Kurt Masur.

Fundado em 1998, o Pacific Boychoir (Coro de Meninos do Pacífico) é o unico coral de meninos na California, compreendendo um total de 100 meninos em cinco coros. Sob uma equipe composta de músicos profissonais experientes, em sua curta existência, o Pacific Boychoir se tornou um conjunto altamente respeitado, renomado pela variedade de repertório, perfeição de intonação, seu frasear e seus solistas talentosos.

Com a inclusão de um curso diurno neste autono, o PBA se tornou a única Escola de Coros na Costa Oueste dos Estados Unidos. Essa escola, incorpora um programa acadêmico integral, com instrução geral para meninos da 4ª até a 8ª série, que amam cantar.

O PBA se apresenta com frequência junto à Orquestra Sinfônica de São Francisco, sob a direção de Michael Tilson Thomas, Kurt Masur, Robert Spano, e Vance George. O PBA gravou a Terceira Sinfonia de Mahler com a SFS, premiado com um Prêmio Grammy por Melhor Album Clássico de 2004. O PBA se apresentou também no Requiem de Guerra de Britten, o Kinderkatechismus zu Kosels Geburtstag de Wagner, Carmina Burana de Orff, e a Sinfonia de Primavera de Britten.

O PBA cantou com a Sinfonia de Berkeley, a Orquestra UC Davis, os Solistas Americanos de Bach, em eventos esportivos profissionais, e tem varios concertos próprios, produzidos anualmente. Colaborações recentes do Coro de Meninos na região incluem o Coro Americano de Meninos, o Coro de Meninos Boni Pueri Czech, no Men's Glee Club da Universidade de Michigan, e o Men's Glee Club de Harvard. O CD lançado recentemente do PBA, Cantate, inclui Bach Cantata 150 com instrumentos de época, além dos distintos solistas soprano e alto do coro.

As turnês anuais do PBA, tem levado os meninos ao redor dos Estados Unidos, ao Sul do Pacífico e à Europa. Em 2003, o conjunto Troubadors do Pacific Boychoir viajou para Italia, representando os Estados Unidos no Sétimo Festival Europeu de Corais Infantis em Lecce, e em 2004 o Troubadors representou a California no Festival Mundial de Canto de Homens e Meninos, na República Tcheca.

Kevin Fox é Diretor Musical e Fundador do Pacific Boychoir. Formado em música pelas universidades Wesleyan nos Estados Unidos e Oxford na Inglaterra, aperfeiçoou-se na regência de coros na Westminster Choir College, em Princeton.

Sr. Fox começou a cantar em coros de meninos desde a idade de oito anos. Ele serviu como supervisor para o Coro de Meninos Americanos, e cantou com os Coros da Trinity Church de New Haven e a Trinity Church em Princeton. Sr. Fox canta atualmente no Coro Masculino e de Meninos da Catedral das Graças em São Francisco, onde exerce também a função de Regente-Assistente. Ele canta regularmente com os Solistas Americanos de Bach.

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A Companhia da Cultura, promotora e difusora da diversidade cultural brasileira, acaba de se associar ao Alô Música Produções, vertente do www.alomusica.com.br, site referência da produção musical brasileira.

Criação, planejamento, promoção, produção, divulgação, realização - da idéia ao último aplauso.
E em parceria com o Terra Empresas, colocando a cultura brasileira nas telas do mundo inteiro.

Aguarde: em breve mais informações sobre esta florescente parceria.

Grupo ótimo de Yahoo List

http://br.groups.yahoo.com/group/historiadamusica/

Cecília Galvão - apresentação / pesquisa sobre os tambores de minas

boa tarde à todos !

bom meu nome é cecília galvão, sou de belo horizonte , acadêmica em turismo e apaixonada por música. tão apaixonada que estou fazendo a minha monografia sobre os tambores de minas , identidade cultural e turismo.

participo de um outro fórum de cultura onde recebi o convite da mônica. achei oportuno o momento, uma vez que necessito de depoimentos de músicos , estudiosos e apreciadores do tambor em meu estudo.

deixo meu contato para os interessados.

muito obrigada desde já, cecília .

msn: galvaocecilia@hotmail.com
email: ceciliagalvaof@yahoo.com.br

" os tambores de minas nunca se calaram . " milton nascimento

14.10.06

Placa com emoticons msn